UE aprova sanções penais para empresários que contratem imigrantes ilegais
25 de Maio de 2009, 17:31
A União Europeia (UE) aprovou em definitivo a aplicação de sanções penais contra empresários que contratem imigrantes clandestinos, além da criação de uma autorização de trabalho - o "cartão azul" - destinada a estrangeiros altamente qualificados.
As duas medidas constam do Pacto de Imigração e Asilo, assinado em Dezembro de 2008, cujo objectivo é "organizar a imigração ilegal, combater a imigração irregular e edificar uma Europa do asilo".
Concretamente, o arsenal de sanções penais pretende mobilizar tanto empresas quanto particulares na luta contra a imigração clandestina no continente.
Ver noticia em:http://noticias.sapo.pt/info/artigo/996351.html
Mostrando postagens com marcador concorrência. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador concorrência. Mostrar todas as postagens
terça-feira, 9 de junho de 2009
UE, leis, empresários e imigrantes
Marcadores:
clandestinos,
concorrência,
emigrante,
estrangeiros,
Globalização,
imigrante,
migrante,
negócios,
países,
racismo,
UE,
xenofobia
terça-feira, 7 de abril de 2009
Globalização
Conceito- Chave: Globalização
A Globalização é um dos processos de estudo da integração económica, social, cultural, política, com menores custos dos transportes e comunicação entre países a nível Mundial detectado no final do século XX e início do século XXI. É um fenómeno gerado pela necessidade da dinâmica capitalista de formar uma aldeia global que permita maiores mercados para os países centrais (ditos desenvolvidos) cujos os mercados internos já estão saturados.
O processo de Globalização consiste na forma como os países interagem e aproximam pessoas e bens ou seja, interligam o mundo, tendo em consideração os aspectos económicos, sociais, culturais e políticos. Com isso, criando uma nova fase de expansão capitalista, onde é possível realizar transacções financeiras e expandir os negócios que se encontravam restritos ao seu próprio mercado de actuação, para mercados distantes e emergentes, sem o investimento de um alto capital financeiro, tendo como consequência o aumento feroz da concorrência.
A exploração do homem pelo homem é, e sempre foi má, é preciso haver um peso e uma medida (por parte dos Governos), e ter o discernimento de separar o essencial do acessório. A exploração é sempre exploração,cabe também aos trabalhadores terem a coragem de denunciar e agir consoante a legislação de cada País e não ir pelo caminho mais fácil e usual que é afastarem outros só porque são portugueses ,italianos,Marroquinos ou qualquer que seja sua etnia,uma vez activos no Mercado de trabalho Global.
Já é antigo o fenómeno das migrações e do consequente conflito cultural que sempre a ele esteve ligado. Desde os primórdios, que o Homem, enquanto se humano,sempre foi migrante, nómada em busca de caça e de recursos naturais que lhe proporcionassem a subsistência, ou um espaço que lhe inspirasse alguma segurança. A permanente migração levou a uma evolução humana a sedentarização. Mas o facto de termos sido nómadas ficou marcado, para sempre, nos nossos genes humanos.
A arte, o desejo de estabilidade e de segurança com reflexo na organização social e urbana, bem como na divisão e especialização no trabalho foram conduzindo a uma sedentarização, em torno de um território e de uma identidade que nos trouxeram também fronteiras e estrangeiros mas nunca abandonámos o nosso destino migrante.
Hoje em dia, o ser Humano, passou a ser cidadão do mundo, procurando melhores oportunidades de emprego, segurança e condições de vida.
É cada vez mais normal encontrar nos diversos países diversas etnias, raças, culturas, crenças ou religiões no mercado de trabalho exercendo as mais diversas actividades ou profissões.É importante num mundo global, a valência dos direitos e valores do homem em todos os países de modo a proteger, educar e modificar os pensamentos locais em relação aos emigrantes por parte dos cidadãos dos países de acolhimento.
Á guisa da conclusão a interligação entre a abertura de Mercados (ética na competitividade) e o esbatimento de fronteiras, (ética para a igualdade e inclusão) obriga-nos a pensar como construir uma cidadania Mundial inclusiva e em qual contexto?
No da concorrência e lucro desmedido onde tudo é válido desde que a lei aparentemente seja cumprida de uma maneira hipócrita!
Ou numa utopia de valores morais, princípios éticos e direitos humanos onde o mundo sem dúvida seria um local mais bonito para explanar toda a capacidade humana de amar compreender e aceitar, as diferenças de todos os seres que nele coabitam.
A Globalização é um dos processos de estudo da integração económica, social, cultural, política, com menores custos dos transportes e comunicação entre países a nível Mundial detectado no final do século XX e início do século XXI. É um fenómeno gerado pela necessidade da dinâmica capitalista de formar uma aldeia global que permita maiores mercados para os países centrais (ditos desenvolvidos) cujos os mercados internos já estão saturados.
O processo de Globalização consiste na forma como os países interagem e aproximam pessoas e bens ou seja, interligam o mundo, tendo em consideração os aspectos económicos, sociais, culturais e políticos. Com isso, criando uma nova fase de expansão capitalista, onde é possível realizar transacções financeiras e expandir os negócios que se encontravam restritos ao seu próprio mercado de actuação, para mercados distantes e emergentes, sem o investimento de um alto capital financeiro, tendo como consequência o aumento feroz da concorrência.
A exploração do homem pelo homem é, e sempre foi má, é preciso haver um peso e uma medida (por parte dos Governos), e ter o discernimento de separar o essencial do acessório. A exploração é sempre exploração,cabe também aos trabalhadores terem a coragem de denunciar e agir consoante a legislação de cada País e não ir pelo caminho mais fácil e usual que é afastarem outros só porque são portugueses ,italianos,Marroquinos ou qualquer que seja sua etnia,uma vez activos no Mercado de trabalho Global.
Já é antigo o fenómeno das migrações e do consequente conflito cultural que sempre a ele esteve ligado. Desde os primórdios, que o Homem, enquanto se humano,sempre foi migrante, nómada em busca de caça e de recursos naturais que lhe proporcionassem a subsistência, ou um espaço que lhe inspirasse alguma segurança. A permanente migração levou a uma evolução humana a sedentarização. Mas o facto de termos sido nómadas ficou marcado, para sempre, nos nossos genes humanos.
A arte, o desejo de estabilidade e de segurança com reflexo na organização social e urbana, bem como na divisão e especialização no trabalho foram conduzindo a uma sedentarização, em torno de um território e de uma identidade que nos trouxeram também fronteiras e estrangeiros mas nunca abandonámos o nosso destino migrante.
Hoje em dia, o ser Humano, passou a ser cidadão do mundo, procurando melhores oportunidades de emprego, segurança e condições de vida.
É cada vez mais normal encontrar nos diversos países diversas etnias, raças, culturas, crenças ou religiões no mercado de trabalho exercendo as mais diversas actividades ou profissões.É importante num mundo global, a valência dos direitos e valores do homem em todos os países de modo a proteger, educar e modificar os pensamentos locais em relação aos emigrantes por parte dos cidadãos dos países de acolhimento.
Á guisa da conclusão a interligação entre a abertura de Mercados (ética na competitividade) e o esbatimento de fronteiras, (ética para a igualdade e inclusão) obriga-nos a pensar como construir uma cidadania Mundial inclusiva e em qual contexto?
No da concorrência e lucro desmedido onde tudo é válido desde que a lei aparentemente seja cumprida de uma maneira hipócrita!
Ou numa utopia de valores morais, princípios éticos e direitos humanos onde o mundo sem dúvida seria um local mais bonito para explanar toda a capacidade humana de amar compreender e aceitar, as diferenças de todos os seres que nele coabitam.
Marcadores:
concorrência,
emigrante,
estrangeiros,
Globalização,
imigrante,
migrante,
negócios,
países,
portugueses
Assinar:
Postagens (Atom)